Inovações Tecnológicas (Parte VIII - Fly-By-Wire)

Com a gestão totalmente electrónica dos parâmetros de funcionamento do motor, surgiu a possibilidade de deixar de lado qualquer intervenção física por parte do condutor.

 

Deste modo, o último reduto caiu por terra. Desaparece o accionamento manual da borboleta do acelerador, dando lugar a uma unidade servo-assistida.

Existe assim um sistema que liga, através de um cabo, o pedal de acelerador a um sensor.

Este sensor envia o sinal à central de gestão do motor, que ao detectar a intenção do condutor, adapta todos os parâmetros de funcionamento do motor.

Recorde-se que, anteriormente, as centrais apenas conseguiam adaptar a quantidade de combustível à quantidade de ar que entrava no motor.

 

 

Agora, com o comando electrónico da borboleta, a central analisa as condições de circulação e alimenta o motor não só com a quantidade de combustível adequada, como também a quantidade de ar exacta. Mais recentemente ainda, apareceu no mercado um sistema que dispensa a borboleta de entrada de ar para o motor.

A entrada de ar é gerida apenas pelas válvulas e estas são comandadas por um motor eléctrico e um sistema de accionamento que aperfeiçoa a sua abertura e fecho.

Com esta tecnologia reduzem-se componentes e aumenta-se a resposta e gestão do motor.