
Exemplo: vamos admitir que o catálogo de um veículo refere que a relação da 1ª velocidade é de 3,500 – isto quer dizer que o carreto que está no trem que recebe movimento do motor (carreto mandante) é 3,5 vezes menor que o carreto que está no trem que transporta o movimento para a saída da caixa de velocidades em direção às rodas de tração. Assim, neste caso, por cada 3,5 voltas que o motor dá apenas sairá 1 rotação da caixa de velocidades o que, pela lógica, se percebe que é uma mudança para dar força ao veículo.
Outro exemplo: vamos admitir que o catálogo refere que a 4ª velocidade tem uma relação de 1,000 – isto quer dizer que o carreto que está no trem que recebe movimento do motor tem a mesma dimensão daquele que transmite o movimento para fora da caixa de velocidades e que, por cada rotação que o motor dá, sairá também uma única rotação da caixa de velocidades (uma vez que ambos têm as mesmas dimensões) e, pela lógica, é fácil concluir que se trata de uma mudança para gerar velocidade no veículo porque este tipo de relação de transmissão=”rapport” não reduz a rotação à saída da caixa de velocidades.
Relação obtida pelo emparelhamento de dois carretos da caixa de velocidades que se engrenam entre si para dar mais velocidade ou força ao veículo.